Dicas do Esquina: 'O Grande Lebowski', 'A Sombra do Vento' e Adoniran

05/09/2017

À pedidos de fãs e frequentadores da página Esquina, começa nesta terça-feira, 5, uma nova modalidade de postagem. Uma vez por semana, alguém da equipe irá dar dicas de um livro, um disco ou músico e um filme -- sem repetir títulos e sempre com uma justificativa do motivo de ter feitas aquelas indicações.

 

No meu caso, que abro os trabalhos desta postagem, indico filme, livro e músico que fizeram parte de minha vida e que, de algum modo, me influenciaram a ser quem sou hoje. E em outras postagens, enquanto isso, eu e os outros colaboradores podem criar as listas que preferirem, sobre o tema que acharem melhor.

 

E você? Qual o livro, o disco e o filme de sua vida? Deixe em nossa caixa de comentários!

 

O Grande Lebowski

Sou uma pessoa difícil de visitar os extremos da emoção com livros, filmes e discos. Difícil uma história me fazer chorar ou rir com muita intensidade, a ponto de me fazer soluçar ou, no outro caso, perder o ar de tanto rir. O Grande Lebowski é um dos poucos filmes que me fez rir até cair no chão.

 

Com uma trama intricada e cheia de complicações, o filme conta a saga de The Dude (Jeff Bridges), um boa-vida que tenta recuperar o seu tapete, danificado após uma confusão em sua sala. Com a direção certeira dos irmãos Coen, O Grande Lebowski faz divertir e tem, na minha opinião, a melhor cena de uma comédia.

 

 

A Sombra do Vento

A primeira vez que me senti desafiado na literatura foi ao tentar ler Memórias Póstumas de Brás Cubas. Era muito novo e não consegui. A receita para transpor essa barreira, segundo minha professora de literatura da época, era ler muito e acumular uma extensa bagagem de livros.

 

O primeiro que me ajudou a cumprir esta tarefa foi o delicioso A Sombra do Vento, do genial escritor espanhol Carlos Ruiz Záfon. No centro da história, Daniel Sempere, um garoto que entra em contato com um livro misterioso e, a partir daí, busca descobrir a identidade de seu autor. Emocionante do começo ao fim.

  

 

Adoniran Barbosa

Quem me conhece, sabe: sou um fã inveterado de música popular brasileira. Não vivo sem e, desde que mergulhei neste gênero, nunca mais me senti confortável com nenhum outro. É uma verdadeira paixão. Um dos "culpados" por isso é o sambista Adoniran Barbosa, dono de composições como Trem das Onze e Saudosa Maloca.

 

Comecei a conhecer seu trabalho em passos de formiguinha. Primeiro, ouvi Tiro ao Álvaro, com Elis Regina, e me apaixonei. Em seguida, Samba do Arnesto. E, depois, toda sua obra começou a fazer parte da trilha sonora de minha vida: No Morro da Casa Verde, Samba Italiano, Pafunça, Prova de Carinho. Cada uma dela com sua singularidade e com a sua devida importância em minha vida.

  

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