• Bárbara Zago

Crítica: 'Street Food: América Latina', da Netflix, ressalta sabores regionais


Que a Europa é referência em culinária não há dúvidas. Muito fala-se sobre a gastronomia francesa e italiana, por exemplo. Porém, Street Food: América Latina, nova série documental da Netflix surge para provar que para uma comida ser boa, ela nem sempre precisa de uma cozinha sofisticada ou de raízes europeias.


Dos mesmos criadores de Chef's Table, o programa passa por seis países da América Latina, explorando suas comidas mais populares e a história de alguns cozinheiros por trás delas.

Felizmente, o Brasil não ficou fora: podemos passear pelas ruas de Salvador e ficar com água na boca vendo o preparo do acarajé, da feijoada e da moqueca. De quebra, ainda somos apresentados à história de Dona Suzana, que é de emocionar qualquer um - especialmente nós, brasileiros.


Além do Brasil, a série ainda visita países como Argentina, Colômbia, México, Peru e Bolívia. Com exceção de uma passagem no primeiro episódio em que uma jornalista tenta comparar a culinária argentina com a da Europa, dando um tom de menosprezo à América Latina, o programa é uma delícia.


É uma junção de cultura, humanidade e gastronomia condensados em episódios de aproximadamente 30 minutos, que passam voando. Ainda que o público alvo seja direcionado aos amantes da cozinha, não é preciso entender muito sobre para gostar do que se vê.

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