• Matheus Mans

Crítica: 'Sugar Rush Extra Doce', da Netflix, coloca gás na competição de confeitaria


Nos últimos anos, a Netflix se consolidou como uma das principais produtoras de reality shows gastronômicos. E o principal produto deste bom momento da plataforma de streaming é a competição Sugar Rush. Aqui, a cada episódio, quatro duplas se enfrentam em provas que testam as habilidades dos participantes em confeitaria -- um Mandou Bem! para profissionais.


Agora, na última sexta-feira, 31, a Netflix estreou uma nova temporada de Sugar Rush. No entanto, ao invés de chamar de terceira temporada, a plataforma de streaming resolveu trazer algumas diferenças e dizer que esta era a temporada Extra Sweet (ou Extra Doce, na tradução para o Brasil). É uma fase um pouco mais dinâmica -- e complicada -- que as anteriores.


Afinal, agora, os participantes precisam colocar alguns ingredientes obrigatórios para cada uma das provas. Antes, havia apenas o tema. Além disso, a cada vitória nas provas iniciais (de cupcake e doces, no caso), os participantes podem escolher entre 15 minutos a mais na prova de bolo, caso chegue lá, ou US$ 1,5 mil em dinheiro. Acaba tendo mais estratégia por aqui.


De resto, Sugar Rush continua com a mesma estrutura e conteúdo imbatível. As provas são emocionantes, os participantes são bem escolhidos -- não há uma única dupla que aparente ser amadora ou coisa do tipo. Além disso, Adriano Zumbo e Candance Nelson continuam se complementando bem na condução da trama, ainda que haja algumas desavenças claras agora.


Assim, pode-se dizer que Sugar Rush continua, nesta "terceira" temporada, tão interessante quanto na primeira imersão. As provas continuam deliciosas, não há humilhações como no MasterChef Brasil, o ritmo é interessante de acompanhar e, apesar dos diferentes participantes a cada edição, dá para se apegar às duplas. É, enfim, um programa pra ver e se deliciar.

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