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  • Foto do escritorMatheus Mans

Os 5 melhores documentários de 2022


Desde que o streaming ganhou força e passou a comandar também a produção de filmes, os documentários ganharam uma atenção especial. Antes esquecidos nas salas de cinema, essas produções se tornaram repentinamente "campeões de bilheteria" nas plataformas -- principalmente aqueles que falam de crimes reais e que despertam uma curiosidade mórbida.


Com isso, há alguns anos, fica até mesmo difícil escolher quais são os melhores documentários de cada ano. A seguir, confira nossa seleção dos melhores documentários de 2022. Esta lista faz parte de uma série de postagens que faremos, a partir de hoje até semana que vem, com filmes que merecem sua atenção nessa reta final de 2022. Qual seu documentário preferido do ano?


5. Cracolândia



Título: Cracolândia

Direção: Edu Felistoque

Nota do filme: 7,2


1. Originalidade: 7,0

2. Qualidade Técnica: 8,0

3. História: 7,0

4. Entrevistas: 7,0

5. Caráter Mobilizador: 7,0


Justificativa: Ainda que tenha sido alvo de críticas, chamado por muitos de "simplista", não enxergo este trabalho de Edu Felistoque dessa forma. Ainda que cometa alguns erros, e o principal deles é colocar um político explicando o que deveria ser feito na área em questão, Cracolândia traz algumas visões interessantes sobre o que deveria (e poderia) ser feito no centro de São Paulo. Não há respostas definitivas, porém, apenas provocações que buscam encontrar, do outro lado, um espectador que reflita e busca entender melhor. Crítica AQUI.


4. Ascension




Título: Ascension

Direção: Jessica Kingdon

Nota do filme: 7,4


1. Originalidade: 7,0

2. Qualidade Técnica: 9,0

3. História: 6,0

4. Entrevistas: 7,0

5. Caráter Mobilizador: 8,0


Justificativa: O que é, exatamente, a China? Como ela chegou no patamar que está hoje, quais são seus maiores desafios e, sobretudo, quais são as maiores ameaças que nascem dentro de um país tão potente e cheio de contradições? Ascension, indicado ao Oscar e premiado no Tribeca Film Festival, traz bastidores da indústria chinesa e detalhes que deixam qualquer um surpreso -- a cena dos "corpos" sendo produzidos é uma das mais geniais do cinema documental em 2022. Um bom mergulho no que é essa potência asiática e todo seu mercado.


3. A Verdadeira História do Roubo do Século




Título: A Verdadeira História do Roubo do Século

Direção: Matías Gueilburt

Nota do filme: 7,8


1. Originalidade: 7,0

2. Qualidade Técnica: 10,0

3. História: 8,0

4. Entrevistas: 8,0

5. Caráter Mobilizador: 6,0


Justificativa: Dentre os documentários true crime lançados no streaming, nenhum chega perto de A Verdadeira História do Roubo do Século. Aqui, acompanhamos a história de um grupo que fez um roubo inacreditável de um banco argentino. É como se fosse La Casa de Papel da vida real. Além de ser muito bem contada, a história também surpreende por alguns artifícios adotados pelo diretor Matías Gueilburt que traz um final maravilhoso. Crítica completa aqui.


2. Fédro



Título: Fédro

Direção: Marcelo Sebá

Elenco: José Celso Martinez Corrêa, Reynaldo Gianecchini Nota do filme: 8,4


1. Originalidade: 9,0

2. Qualidade Técnica: 10,0

3. História: 6,0

4. Entrevistas: 9,0

5. Caráter Mobilizador: 8,0


Justificativa: Fédro, do Star+, traz o reencontro de Zé Celso com o pupilo Reynaldo Gianecchini, décadas depois que o ator global saiu da companhia de teatro de Zé para alçar voos próprios. Além da boa sacada de relacionar esse reencontro com o texto Fédro, de Platão, o longa-metragem conta com uma magia própria com Zé Celso e Gianecchini em cena. Crítica AQUI.


1. Cow







Título: Cow

Direção: Andrea Arnold Nota do filme: 8,5


1. Originalidade: 10,0

2. Qualidade Técnica: 10,0

3. História: 6,0

4. Caráter Mobilizador: 8,0


Justificativa: Antes, uma explicação: por não ter sequer entrevistados, Cow não conta com uma das notas -- que, neste caso, seria de entrevista. Fica com quatro conceitos. E isso, aliás, já eleva a nota de originalidade. O longa-metragem de Andrea Arnold (Docinho da América) escancara os bastidores de uma fazenda de leite, mostrando o tratamento desumano dispensado à uma vaca que vive por lá. É um documentário cru e realista, sem qualquer tipo de distração, que traz um dos finais mais duros de assistir do ano. Assim como Safári, nunca mais quero ver. Crítica AQUI.

 

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